A troca de peças de elevadores geralmente é um item que costuma passar despercebido na gestão condominial, até o momento no qual uma falha interrompe o funcionamento do equipamento e impacta o orçamento.
Diariamente, cerca de um bilhão de pessoas usam o elevador para se locomoverem verticalmente, nos mais de 15 milhões de equipamentos instalados ao redor do mundo, em shoppings, hospitais, aeroportos e demais edificações comerciais e residenciais.
O uso constante desses equipamentos tende a gerar desgaste natural em alguns componentes, o que pode comprometer o desempenho e a segurança dos usuários, especialmente quando a manutenção é deixada de lado.
A maioria dos especialistas do segmento concorda que a vida útil média dos elevadores modernos fica entre 15 e 20 anos, desde que recebam manutenção regular.
Porém, para muitas gestões condominiais a manutenção ainda é vista como um custo fixo e nesse olhar limitado a substituição de componentes não é planejada.
E quando ela precisa ocorrer, geralmente afeta o orçamento do condomínio, além, é claro, de comprometer a vida do elevador e a segurança dos usuários.
Continue a leitura e confira os custos nada invisíveis da troca das peças de elevadores e saiba como evitar essas surpresas.
Peças de elevadores com maior necessidade de substituição ao longo do tempo

Como acontece com qualquer máquina, o desgaste das peças de elevadores é natural e inevitável, especialmente em equipamentos submetidos a uso intenso, variações de carga e longos períodos de operação diária.
Entre os componentes mecânicos que podem sofrer esse desgaste, destacam-s3:
- os cabos de tração,
- polias,
- rolamentos,
- freios,
- portas automáticas.
Geralmente, essas peças de elevadores tendem a sofrer desgaste natural pelo atrito e movimentação contínua, por isso exigem inspeções frequentes.
Não podemos esquecer que o elevador também tem a sua parte elétrica e eletrônica.
Nesse caso, oscilações de energia, umidade e o envelhecimento dos sistemas podem aumentar a probabilidade de falhas nas placas de comando, inversores de frequência, sensores, relés e contatos elétricos.
Tanto elétrica como mecanicamente, pequenos desgastes podem gerar falhas e essas podem evoluir para paradas não programadas e necessidades de trocas emergenciais das peças de elevadores.
Leia também: A manutenção de elevadores precisa ser feita pela fabricante?
Impacto financeiro da troca das peças de elevadores
A substituição não planejada de peças de elevadores costuma ser uma das principais causas de desequilíbrio financeiro em condomínios.
Afinal, manutenções corretivas e emergenciais tendem a ser mais caras e também envolvem custos indiretos.
Sem contar que paradas inesperadas geram transtornos aos usuários, insatisfações, reclamações e, em alguns casos, adaptações operacionais.
Além disso, a falta de previsibilidade do quanto vai gastar na prestação do serviço e na troca de peças de elevadores gera uma preocupação no planejamento orçamentário anual.
Afinal, um único componente de alto valor pode gerar despesas muito acima do previsto, quando não há cobertura contratual.
Por que o contrato de manutenção integral é um bom negócio?

O contrato de manutenção integral surge como uma solução estratégica para diluir os custos das trocas das peças de elevadores ao longo do tempo.
Essa modalidade de contrato inclui também a cobertura da substituição de componentes. Assim, caso haja a necessidade da troca de peça devido ao desgaste natural, o condomínio não terá despesas extras.
Com essa contratação, a gestão reduz riscos financeiros e garante que substituições ocorram de forma planejada, respeitando critérios técnicos e de segurança.
Sem contar que a manutenção integral contribui diretamente para o aumento da vida útil dos equipamentos, reduz falhas recorrentes e assegura maior confiabilidade a todo o sistema de transporte vertical e deixa o condomínio em conformidade com os critérios legais exigidos.
Agora que você conferiu os custos nada invisíveis da troca das peças de elevadores, que tal entrar em contato para conhecer o contrato de manutenção integral da Elevadores São Paulo?
(Imagens: divulgação)